terça-feira, 24 de janeiro de 2012


Fila Indiana

Mensagem
Para mim os homens caminham pela face da Terra em fila indiana.
Cada um carregando uma sacola na frente e outra atrás.
Na sacola da frente, nós colocamos as nossas qualidades.
Na sacola de trás guardamos os nossos defeitos.
Por isso durante a jornada pela vida, mantemos os olhos fixos nas virtudes que possuímos, presas em nosso peito.
Ao mesmo tempo, reparamos impiedosamente nas costas do companheiro que está adiante, todos os defeitos que ele possui.
E nos julgamos melhores que ele, sem perceber que a pessoa andando atrás de nós, está pensando a mesma coisa a nosso respeito.
Mude ainda dá tempo, e não esqueça...
sorria!

Texto motivacional sobre comportamento – A força das palavras
As palavras podem tanto nos ajudar como também nos atrapalhar. Tudo depende do modo como nós a recebemos e lidamos com elas…
Entre a bicharada da floresta, também havia olimpíadas…
E claro, no meio das competições, havia a prova de salto a distância…
Os sapinhos, competindo entre si, foram desafiados por todos os outros bichos a pular uma distância considerada por todos impossível de ser batida para um deles quebrar o recorde da prova.
Os torcedores, que acompanhavam o esforço dos mesmos, diziam: “Não vão conseguir! É demais para vocês, a distancia é muito grande…”.
E realmente, um a um, os sapinhos iam tentando, sem exito, tentar bater o recorde da prova, e a platéia gritando: “Não faz mal… é impossível mesmo… ninguém consegue mesmo, podem desistir!”
Até que, de repente, quando chegou a vez de um determinado sapinho pular, surpreendendo a todos, ele saltou uma distância ainda maior do que a desafiada…
Com suas bocas abertas, os outros sapinhos se aproximaram do grande campeão e então descobriram seu segredo do seu sucesso na prova:
O sapinho, o grande campeão, era surdo!!!
Pense nisso quando as pessoas a sua volta desencorajarem você a correr atrás de algum objetivo seu. Tirando algumas situações que estão fora de nosso controle, só você mesmo pode impor limites e barreiras ao seus desejos.

Texto motivacional – A ratoeira
Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que poderia haver ali. Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos – Há uma ratoeira nacasa, uma ratoeira na casa! A galinha, então, disse:
- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me incomoda.
O rato foi até o porco e lhe disse:
- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!
- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser rezar. Fique tranquilo que o senhor será lembrado nas minhas preces.
O rato dirigiu-se então à vaca. Ela lhe disse:
- O que Sr. Rato? Uma ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!
Então o rato voltou para a casa, cabisbaixo e abatido, para encarar a ratoeira do fazendeiro.
Naquela noite ouviu-se um barulho, como o de uma ratoeira pegando sua ví­tima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia caído na ratoeira. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia prendido a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher… O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha.
O fazendeiro pegou seu cutelo (pequeno facão) e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los o fazendeiro matou o porco.
A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral.
O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.
Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que, quando há uma ratoeira na casa, toda a fazenda corre risco.
O problema de um é problema de todos quando convivemos em equipe.”
sucesso de qualquer negócio depende de todos nós.


Texto motivacional sobre atitude – O jovem e as estrelas-do-mar
Numa praia tranqüila, junto a uma colônia de pescadores, morava um escritor. Todas as manhãs, ele ficava passeando pela praia, olhando as ondas. Assim, ele se inspirava para o trabalho e à tarde ficava em casa mais motivado escrevendo
Um dia, caminhando pela areia, ele viu um velho que parecia dançar. Chegou mais perto e viu que era um jovem, pegando na areia as estrelas do mar, uma por uma e jogando-as de volta ao oceano
E aí? – disse o jovem num sorriso, sem parar o que fazia.
- Por que você está fazendo isso? Perguntou-lhe o escritor, curioso.
- Não vê que a maré baixou e o Sol está brilhando forte? Se essas estrelas-do-mar ficarem aqui na areia vão secar no Sol e morrer!
escritor até que achou bonita intenção do garoto, mas deu um sorriso e comentou:
- Só que existem milhares de quilômetros de praia por esse mundo afora, meu caro. Centenas de milhares de estrelas-do-mar devem estar espalhadas por todas essas praias, trazidas pelas ondas. Você aqui, tendo todo esse trabalho, jogando umas poucas de volta ao oceano, que diferença faz?
- O jovem olhou para o escritorpegou mais uma estrela na areia, jogou na água do mar, voltou a olhar para ele e disse:
- Pra essa, eu fiz diferença.
Naquela tarde, o escritor não conseguiu escrever. À noite, mal conseguiu dormir. De manhãzinha, bem cedo foi para a praia.
jovem pegava as primeiras ondas do dia com sua prancha e logo veio também para a areia. Juntos com o Sol, ainda manso e começando a subir, começaram a jogar as estrelas-do-mar de volta aooceano.
“Você deve fazer diferença na vida. Passar pela vida viverParticipar da Criação contribuircom alguma coisa.”
Para fazer diferença no mundo, você não precisa ser um líder político, um gênio da ciência ou umasuper estrela. Cada um no seu campo, tem seu modo de criar e atuar positivamente na vida. Nãocopie o jeito do outro, e não faça aquilo que os outros querem que você faça: você precisa atuar com o seu próprio jeito, o seu talentomotivadoacreditar gostar realmente do que faz…
Afinal, você é imagem e semelhança de DEUS e veio ao mundo para viver de forma especial e levar a sua mensagem as outras pessoas
                                                


O PRINCIPAL NA VIDA…

Conta a lenda que certa mulher pobre com uma criança no colo, passando diante de uma caverna escutou uma  voz misteriosa que lá dentro dizia: entre e apanhe tudo que você desejar, mas não se esqueça do principal. Lembre-se, porem, de uma coisa: depois que você sair a porta se fechara para sempre, portanto aproveite a oportunidade, mas não se esqueça do principal…  
 A mulher entrou na caverna e encontrou muitas riquezas. Fascinada pelo ouro e pelas jóias, pôs a criança no chão e começou a juntar, ansiosamente, tudo o que podia no seu avental. A voz misteriosa falou novamente.  
“Você só tem oito minutos.”  
Esgotados os oito minutos, a mulher carregada de ouro e pedras preciosas, correu para fora da caverna e a porta se fechou… Lembrou-se, então que a criança ficara lá e a porta estava fechada para sempre!!!
O mesmo acontece, às vezes, conosco.
Temos uns oitenta anos para viver neste mundo e somos advertidos: “Não se esqueça do Principal!…
E o principal são os valores:
Espirituais,
A oração,
A vigilância,
A família,
Os amigos,
a vida!…
Mas a ganância, a riqueza, os prazeres materiais os fascinam tanto que o principal vai ficando sempre de lado…
Assim, esgotamos o nosso tempo aqui e deixamos de lado o essencial:
“os tesouros da alma!”
Que jamais nos esqueçamos:
A vida, neste mundo, passa rápido e a morte chega de inesperado. E quando a porta desta vida se fechar para nós de nada valerão as lamentações. Portanto, que jamais esqueçamos do principal!
Se Deus criou as pessoas para amarmos e as coisas para usarmos, porque então amamos as coisas e usamos as pessoas?
                                                                        Semeando Grãos  
 Alseni das Chagas Vieira Lima
                                         
                                               


Cuida-se da semente, observando o solo onde será plantada.  
Cuida-se da semente afofando a terra, depositando-a lentamente no chão, como se estivesse depositando ali um tesouro.  
Cuida-se da semente, cercando-a de toda a atenção necessária à germinação…  
Cuida-se então da plantinha, germinada, para que ao crescer dê flores que encantem aos mais exigentes observadores…  
Cuida-se da planta florida, para que seus frutos sejam tenros, saborosos…  
Cuida-se ainda, para que o fruto tenha em seu interior a continuidade da vida:  
A SEMENTE.  
Sejamos pois, sementes, quando queremos perpetuar  
o que há de melhor em nós.  
Sejamos flores, quando e onde estivermos e houver necessidade do perfume do otimismo e do encantamento.  
Sejamos frutos quando encontrarmos outro ser humano carente de atenção e carinho, alimentando-o com nossa presença amiga.  
Sejamos pois, seres humanos em todos os sentidos para que a nossa simples presença possa brotar em cada aflito a possibilidade de uma saída;  
em cada pessimista a esperança adormecida; em cada um o dom de ser a cada dia mais feliz.  



                                                        

Girassóis e Miosótis

O girassol é flor raçuda,
que enfrenta até a mais violenta intempérie
e acaba sobrevivendo.
Ela quer luz e espaço e em busca desses
objetivos, seu corpo se contorse o dia inteiro.
O girassol aprendeu a viver com o sol
e por isso é forte.

Já o miosótis é plantinha linda,
mas que exige muito mais cuidado.
Gosta mais de estufa.
O girassol se vira… e como se vira!
O miosótis quando se vira, vira errado.
Precisa de atenção redobrada.
Há filhos girassóis e filhos miosótis.
Os primeiros resistem a qualquer crise:
descobrem um jeito de viver bem, sem ajuda.
As mães chegam a reclamar da independência
desses meninos e meninas, tal a sua capacidade
de enfrentar problemas e sair-se bem.

Por outro lado, há filhos e filhas miosótis,
que sempre precisam de atenção.
Todo cuidado é pouco diante deles.
Reagem desmesuradamente, melindram-se,
são mais egoístas que os demais, ou às vezes,
mais generosos e ao mesmo tempo tímidos,
caladões, encurralados.
Eles estão sempre precisando de cuidados.

O papel dos Pais é o mesmo do jardineiro
que sabe das necessidades de cada flor,
incentiva ou poda na hora certa.

De qualquer modo fique atento.

Não abandone demais os seus girassóis
porque eles também precisam de carinho…
e não proteja demais os seus miosótis.

As rédeas permanecem com vocês…
mas também a tesoura e o regador.

Não negue, mas não dêem tudo que querem:
a falta e o excesso de cuidados matam a planta…

 * Autoria de José Fernandes de Oliveira
“ Pe. Zezinho”
                                          

A SOMA DOS TALENTOS

 SE A NOTA DISSESSE:  
“NÃO É UMA NOTA QUE FAZ UMA MÚSICA.”  
… NÃO HAVERIA SINFONIA.  
SE A PALAVRA DISSESSE:  
“NÃO É UMA PALAVRA QUE PODE FAZER UMA PÁGINA.”  
… NÃO HAVERIA LIVRO.  
SE A PEDRA DISSESSE:  
“NÃO É UMA PEDRA QUE PODE MONTAR UMA PAREDE.”  
…NÃO HAVERIA CASA.  
SE A GOTA DISSESSE:  
“NÃO É UMA GOTA DE ÁGUA QUE FAZ O RIO.”  
…NÃO HAVERIA O OCEANO.  
SE O GRÃO DE TRIGO DISSESSE:  
“NÃO É O GRÃO QUE PODE SEMEAR O CAMPO.”  
…NÃO HAVERIA COLHEITA.  
SE O HOMEM DISSESSE:  
“NÃO É UM GESTO DE AMOR QUE PODE SALVAR A HUMANIDADE.”  
JAMAIS HAVERIA JUSTIÇA E PAZ, DIGNIDADE E FELICIDADE NA TERRA DOS HOMENS.   
COMO A SINFONIA PRECISA DE CADA NOTA,  
COMO O LIVRO PRECISA DE CADA PALAVRA,  
COMO A CASA PRECISA DE CADA PEDRA,  
COMO A COLHEITA PRECISA DE CADA GRÃO DE TRIGO,  
A HUMANIDADE INTEIRA PRECISA DE TI,  
ONDE ESTIVERES, ÚNICO E, PORTANTO, INSUBSTITUÍVEL.  
COMO O FUTURO DO NOSSO PAÍS, PRECISA DA EDUCAÇÃO,  
A FAMÍLIA E ESCOLA PRECISAM ESTAR JUNTAS, PARA  
COMPARTILHAREM A ALEGRIA DO SUCESSO.   
   
OBRIGADO POR ESTAREM CONOSCO, SOMANDO TALENTOS, MULTIPLICANDO SORRISOS, COMPARTILHANDO ALEGRIAS. 

ANTES QUE ELES CRESÇAM
Affonso Romano de Sant’Anna
    Há um período em que os pais vão ficando órfãos de seus próprios filhos.
    É que as crianças crescem independentes de nós, como árvores tagarelas e pássaros estabanados.
    Crescem sem pedir licença à vida.
    Crescem com uma estridência alegre e, às vezes com alardeada arrogância.
    Mas não crescem todos os dias, de igual maneira, crescem de repente.
    Um dia sentam-se perto de você no terraço e dizem uma frase com tal maneira que você sente que não pode mais trocar as fraldas daquela criatura.
    Onde é que andou crescendo aquela danadinha que você não percebeu?
    Cadê a pazinha de brincar na areia, as festinhas de aniversário com palhaços e o primeiro uniforme do maternal?
    A criança está crescendo num ritual de obediência orgânica e desobediência civil. E você está agora ali, na porta da discoteca, esperando que ela não apenas cresça, mas apareça…
    Ali estão muitos pais ao volante, esperando que eles saiam esfuziantes e cabelos longos, soltos.
    Entre hambúrgueres e refrigerantes nas esquinas, lá estão nossos filhos com uniforme de sua geração.
    Esses são os filhos que conseguimos gerar e amar, apesar dos golpes dos ventos, das colheitas, das notícias, e da ditadura das horas.
    E eles crescem meio amestrados, observando e aprendendo com nossos acertos e erros.
    Principalmente com os erros que esperamos que não se repitam.
    Há um período em que os pais vão ficando um pouco órfãos dos filhos.
    Não mais os pegaremos nas portas das discotecas e das festas.
    Passou o tempo do ballet, do inglês, da natação e do judô.
    Saíram do banco de trás e passaram para o volante de suas próprias vidas. Deveríamos ter ido mais à cama deles ao anoitecer para ouvirmos sua alma respirando conversas e confidências entre os lençóis da infância, e os adolescentes cobertores daquele quarto cheio de adesivos, posters, agendas coloridas e discos ensurdecedores.
    Não os levamos suficientemente ao Playcenter, ao shopping, não lhes demos suficientes hamburgueres e refrigerantes, não lhes compramos todos os sorvetes e roupas que gostaríamos de ter comprado.
    Eles cresceram sem que esgotássemos neles todo o nosso afeto.
    No princípio iam à casa de praia entre embrulhos, bolachas, engarrafamentos, natais, páscoas, piscinas e amiguinhos.
    Sim havia as brigas dentro do carro, a disputa pela janela, os pedidos de chicletes e cantorias sem fim.
    Depois chegou o tempo em que viajar com os pais começou a ser um esforço, um sofrimento, pois era impossível deixar a turma e os primeiros namorados.
    Os pais ficaram exilados dos filhos. Tinham a solidão que sempre desejaram, mas, de repente, morriam de saudades daquelas “pestes”.
    Chega o momento em que só nos resta ficar de longe torcendo e rezando muito para que eles acertem nas escolhas em busca da felicidade.
    E que a conquistem do modo mais completo possível.
    O jeito é esperar: qualquer hora podem nos dar netos.
    O neto é a hora do carinho ocioso e estocado, não exercido nos próprios filhos e que não pode morrer conosco.
    Por isso os avós são tão desmesurados e distribuem tão incontrolável carinho.
    Os netos são a última oportunidade de reeditar o nosso afeto.
    Por isso é necessário fazer alguma coisa a mais, antes que eles cresçam.
Só se sente saudades, de quem valeu a pena